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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Armarção Política é o motivo da queda e das perseguições contra a Telexfree


Armarção Política é o motivo da queda e das perseguições contra a Telexfree

Está mais do que óbvio que existe uma perseguição política enorme contra a TelexFREE.
Hoje uma mega operação envolvendo polícia federal, receita, dentre outros cumpriram mandados de busca e apreensão a pedido do MPF praticamente com o mesmo objetivo do pedido do MP Acre.
Oras, se em mais de um ano o MP do Acre nada conseguiu contra a TelexFREE, se já existe uma pericia em curso, uma ação cívil pública, se todos os bens já estão bloqueados, se existe laudos e relatórios da própria receita federal sobre o assunto, porque motivo é necessário começar tudo de novo???
Quanto mais mexem nessa história, mais cheiro de armação sobe no ar.

TelexFREE: Nota Oficial do Ministério público Federal


Caso TelexFREE: Nota Oficial do Ministério público Federal

Operação conjunta entre MPF, Polícia Federal e Receita cumpriu mandados de busca e apreensão em nove locais nesta quinta-feira (24)

O Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES) conseguiu na Justiça o bloqueio de bens e a quebra dos sigilos fiscal e bancários da empresa e dos sócios da Ympactus Comercial S.A, popularmente conhecida como Telexfree. Além disso, a Telexfree terá de suspender, imediata e integralmente, quaisquer atividades econômicas em território nacional. A Justiça autorizou, ainda, o cumprimento de mandados de busca e apreensão em oito locais na Grande Vitória: nas residências de dois sócios; nas sedes da Telexfree e de outra empresa investigada; e em quatro escritórios de contabilidade.

O inquérito que apura a possível ocorrência de crimes praticados pela Telexfree e pelos seus sócios foi instaurado por requisição do MPF/ES. O material apreendido vai subsidiar as investigações sobre crime contra a ordem economia popular (pirâmide financeira/ Ponzi); oferta pública de valores mobiliários sem registro junto à Comissão de Valores Mobiliários; evasão de divisas; lavagem de dinheiro; e sonegação fiscal.

O MPF/ES chegou a requerer a prisão dos principais líderes da Telexfree mas a Justiça indeferiu o pedido. A Procuradoria, por enquanto, não vai recorrer da decisão, mas vai verificar se as medidas cautelares impostas aos sócios da empresa pela Justiça serão suficientes. 

Operação Orion. Toda a investigação sobre a Telexfree no Brasil está sendo feita em conjunto entre MPF/ES, Polícia Federal e Receita Federal. Mediante pedido da Procuradoria, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão em nove endereços na Grande Vitória: nas residências de dois sócios; nas sedes da Telexfree e de outra empresa investigada; e em quatro escritórios de contabilidade. 

Os nomes dos envolvidos não estão sendo divulgados porque o processo continua tramitando sob sigilo na Justiça Federal do Espírito Santo. Atualmente, a Telexfree é alvo de uma ação civil pública na 2ª Vara Cível de Rio Branco, no Acre. Também é alvo de investigação nos Estados Unidos acerca de cometimento de fraude eletrônica instrumentalizada por uma pirâmide financeira. A Justiça americana, inclusive, determinou em abril o congelamento dos bens do grupo Telexfree. O pedido foi feito pela Securities and Exchange Commission (SEC), órgão equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) brasileira, e determinado pelo Tribunal Distrital de Boston.


Fonte: Ministério público Federal

TelexFREE: Comunicado Oficial da Polícia Federal


Caso TelexFREE: Comunicado Oficial da Polícia Federal

Vila Velha/ES - A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (24/7) a Operação Orion*, com o objetivo de investigar crimes financeiros relacionados às atividades da TELEXFREE.
Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão na região metropolitana de Vitória/ES, em endereços ligados a uma empresa que representa a marca TELEXFREE no Brasil, e seus sócios.
Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Federal Criminal de Vitória, que também determinou medidas cautelares alternativas à prisão aos sócios da empresa, como proibição de se ausentarem do país e comparecimento mensal à Justiça Federal, bem como o sequestro de bens imóveis, o bloqueio de contas bancárias e a suspensão de atividades econômicas da TELEXFREE no Brasil.
A Operação conta com cinqüenta policiais federais e 18 auditores da Receita Federal.
A Justiça Federal autorizou a participação de Auditores Fiscais da Receita Federal na fase ostensiva da operação.
* O nome da operação faz alusão às Grandes Pirâmides da Planície de Gizé no Egito tendo em vista que as Pirâmides do Egito estão perfeitamente alinhadas à constelação Orion.

G1: Polícia Federal cumpre mandados em endereços da Telexfree no ES



A Polícia Federal realizou, na manhã desta quinta-feira (24), a Operação Orion, que investiga os crimes financeiros relacionados às atividades da Ympactus Comercial, empresa que representa a marca Telexfree no Brasil. Estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão na sede da empresa, na Enseada do Suá, em Vitória, e em outros endereços ligados ao grupo. A Receita Federal também integra a ação, que tem a participação de 50 agentes da PF e 18 auditores.
Segundo o delegado regional de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Rodrigo de Lucca, há provas de que a empresa funcionava como uma pirâmide financeira. "A prova colhida nos autos é cabal, tanto do funcionamento da pirâmide financeira, quanto em relação ao funcionamento da empresa como uma instituição financeira sem ter autorização do órgão competente para isso", falou.
A análise do material apreendido, segundo De Lucca, vai integrar a parte final das investigações.  "O trabalho feito hoje foi a coleta de documentos, mídias, notebooks e smartphones para reforçar ainda mais a materialidade que existe do crime praticado pelos representantes da empresa Telexfree", disse.
Segundo a Polícia Federal, funcionários foram encontrados no escritório central da empresa, que não poderia estar funcionando. Alguns negaram que estivessem trabalhando. O encarregado geral do prédio onde funciona a Telexfree acompanhou o trabalho da Polícia Federal. Ele e um funcionário da empresa foram ouvidos pelos agentes. Os funcionários não quiseram falar à reportagem.
O advogado da Telexfree, Rafael Freitas de Lima, acompanhou o trabalho dos agentes federais e caracterizou a ação como intempestiva e desnecessária. "Todos os documentos foram entregues espontaneamente pela empresa na Justiça do Acre, há muito tempo. A Polícia Federal tem a senha do processo e acesso irrestrito a ele", disse.
À TV Gazeta, o advogado afirmou que a medida "parecia mais política do que judicial".
Decisão
De acordo com a Polícia Federal, os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Federal Criminal deVitória, que também determinou medidas cautelares alternativas à prisão aos sócios da empresa, como proibição de se ausentarem do país e comparecimento mensal à Justiça Federal, bem como o sequestro de bens imóveis, o bloqueio de contas bancárias e a suspensão de atividades econômicas da Telexfree no país.
Caso Telexfree
A empresa é acusada de crimes contra o sistema financeiro, contra a economia popular, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Os Ministérios Públicos de pelo menos sete estados investigam a empresa Ympactus Comercial Ltda. ME, conhecida pelo nome fantasia Telexfree, por suspeita de prática de pirâmide financeira, com "investimentos" estimulados por meio de um sistema chamado de "marketing multinível". Segundo as investigações, a empresa teria montado um esquema de pirâmide, em que cada novo membro compra um "pacote" que remunera os membros acima na cadeia. Esse novo membro, por sua vez, ganha dinheiro recrutando outras pessoas para o sistema.
Polícia Federal na sede da Telexfree, em Vitória (Foto: Fiorella Gomes/ CBN Vitória)Polícia Federal na sede da Telexfree, em Vitória (Foto: Fiorella Gomes/ CBN Vitória)
Carro da Telexfree em frente a prédio onde fica a sede da Telexfree, em Vitória (Foto: Fiorella Gomes/ CBN Vitória)Carro da Telexfree em frente a prédio onde fica a sede da Telexfree, em Vitória (Foto: Fiorella Gomes/ CBN Vitória)

Bolsa de Valores: Ontem Solicitei um Ativo para análise, Participei no Encontro Diário Vejam!


Reproduzir o vídeo


Bom dia Adriano, tudo bom?

Você participou do Encontro Diário de ontem? Estudamos este papel conforme solicitado. 

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Atenciosamente,

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Envie suas dúvidas: http://www.equipetrader.com.br/fale-c...

ESTUDO DO IBOVESPA - 11:24

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ESTUDO DE CASO - 23:25

Um grande abraço e até o próximo vídeo!


Osney Equipe Trader

há 15 horas via Twitter

Encontro Diário de hoje, participe ao vivo! http://t.co/8f67pZ9CIl

Raul Brito esclarece mal entendido sobre o DESCONGELAMENTO das contas da TelexFREE nos EUA


Raul Brito esclarece mal entendido sobre o DESCONGELAMENTO das contas da TelexFREE nos EUA

CASO TELEXFREE:  recebi algumas msg via celular e inbox, pedindo para falar sobre uma suposta liberação das contas da empresa TelexFREE Internacional.

Ai vai então, pelo que li nos últimos acontecimento via KCC, em momento nenhum o Juiz da corte mandou que liberassem as contas da empresa, acredito que houve uma má interpretação de quem deu a notícia.


Na verdade o que houve foi SIM um pedido de levantamento das CONTAS bloqueadas da empresa para o Administrador escolhido pela Justiça o Senhor Darr, assim o faça, pois somente ele está autorizado a fazer todos os procedimentos que são relativos às contas bancárias da TelexFREE.


E porque o Juiz pediu esse levantamento?Para que o Senhor Darr possa realmente dizer se a empresa tem condições ou não de continuar a operar.


Estamos sempre comprometidos com a notícia Verdadeira seja boa ou ruim, e aqui eu digo o que estão dizendo que as contas da empresa foram desbloqueadas é mentira, se assim fosse o James Merril já teria pago os honorários dos advogados que estão trabalhando no Caso.


Esperamos sinceramente que tudo isso acabe e que tenhamos o nosso dinheiro de volta.


Se quiserem podem tirar suas dúvidas acessando e traduzindo o KCC: http://www.kccllc.net/TelexFree

GAZETAONLINE: Donos da Telexfree são acusados de nove fraudes nos EUA



São nove acusações contra eles, sendo oito queixas de fraudes e uma por conspiração

Enquanto no Brasil, as investigações criminais contra os donos da Telexfree são embrionárias, nos Estados Unidos, os sócios da empresa, o americano James Merrill e o capixaba Carlos Wanzeler, foram denunciados nesta quarta-fera à Corte Federal, em Massachusetts. São nove acusações contra eles, sendo oito queixas de fraudes e uma por conspiração.

Wanzeler e Merrill são apontados como mentores de um golpe de pirâmide financeira com dimensões internacionais. Apurações apontam que o esquema, que tem raízes em Vitória, no Espírito Santo, pode ter movimentado US$ 1,2 bilhão (cerca de R$ 2,6 bilhões).

O grande juri concluiu que Wanzeler e Merrill tinham consciência do crime. Além de um pedido de prisão de até 20 anos, a promotoria reivindica o confisco dos bens dos réus estimados em US$ 140 milhões (R$ 300 milhões). Os ativos encontrados em nome dos empresários são depósitos em contas bancária, 30 imóveis, carros de luxo e barcos.

Nos Estados Unidos, a Telexfree tinha sede na cidade de Marborough, em Massachusetts. Apesar de existir desde 2012, lá, a companhia cresceu a partir do bloqueio das atividades da filial brasileira, Ympactus Comercial, registrada na capital capixaba.

Desde junho de 2013, a Justiça do Acre proibiu a Telexfree de recrutar associados no Brasil. Apesar da determinação, a companhia continuou a cadastrar brasileiros. No entanto, os contratos eram firmados a partir de Massachusetts.

Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público nos Estados Unidos, a Telexfree usava planos VoIP para mascarar um esquema Ponzi. A verdade é que a empresa recrutou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo com a promessa de pagar rentabilidades de até 200% ao ano. Para participar dos lucros, era necessário investir valores a partir de R$ 600.

O inquérito criminal contra a empresa começou em maio. James Merrill, que era presidente da empresa, chegou a ser preso. Carlos Wanzeler voltou para o Brasil. Ele é considerado um fugitivo pela Justiça americana.

O advogado de Carlos Wanzeler no Brasil, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse que ainda não tomou conhecimento das acusações. “Vamos conversar com os advogados americanos para tomar conhecimento das denúncias”, disse.

Desde 1988, a Constituição do Brasil não permite a extradição de brasileiros para cumprir pena em outros países. Mas em caso de condenação, a penalidade pode ser aplicada aqui. Isso depende de a Justiça americana pedir ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que a condenação seja executada no Brasil.

Já Carlos Costa, um dos sócios da Telexfree e diretor de marketing da empresa, não é acusado nos Estados Unidos. Ele é apenas citado na denúncia como um dos proprietários do golpe.

No Brasil, os três sócios da companhia e os principais líderes da empresa, são alvo de um inquérito criminal que está nas mãos da Polícia Federal no Espírito Santo e também são investigados pela Polícia Civil do Acre.

Carlos Costa e Carlos Wanzeler também são réus na ação civil pública aberta pelo Ministério Público do Acre. O processo pede a devolução dos investimentos feitos pelos investidores no negócio.

Os bens dos empresários estão congelados desde junho do ano passado pela 2º Vara Cível do Acre. Há um mês, a 4ª Vara Federal de Execuções Fiscais do Espírito Santo decretou a segunda indisponibilidade da empresa e dos donos da companhia devido a sonegação tributária. O processo segue em segredo de Justiça.

Milhões foram pagos em carros e iates 
Dono da Telexfree pagou milhões em carros, imóveis e iates, a Securities and Exchange Commission (SEC) - que equivale à Comissão de Valores Mobiliários no Brasil - acusou o capixaba Carlos Nataniel Wanzeler de lavar lavar dinheiro da Telexfree comprando várias propriedades, como 34 imóveis, sete carros de luxo e três iates em diversas cidades dos Estados Unidos. As informações foram passadas à Corte Distrital de Massachusetts, responsável por julgar a ação civil pública movida contra os donos e líderes da companhia.

As compras dos bens foram feitas entre julho de 2012 e fevereiro de 2014. Segundo a SEC, Wanzeler tentou construir um pequeno império imobiliário e empresarial. Apurações revelam que ele desembolsou US$ 6,3 milhões (mais de R$ 14 milhões) na compra dos imóveis. O modo de quitação era em dinheiro. O capixaba também comprou diversas empresas registradas em Nevada, Novo México e Flórida.

Além de alvo de duas ações civis, uma da Divisão de Valores Mobiliários de Massachusetts e outra da SEC, Wanzeler é processado criminalmente por fraude eletrônica.

Um dos investimentos, realizado com dinheiro dos associados da empresa, afirma o órgão, foi a compra de uma casa no valor de US$ 950 mil (R$ 2,1 milhões). O empresário adquiriu um outro imóvel na Flórida, para um de seus filhos, de US$ 450 mil (mais de R$ 1 milhão).

Fonte: Gazeta
 


Telexfree – Participe da Ação Conjunta para os Divulgadores e Associados receberem de volta seu dinheiro bloqueado pela Justiça do Acre e Justiça Americana


ação unitel
A Associação Unitel, em face dos últimos acontecimentos e declarações da Promotora Acreana, no caso Ympactus, fará uso de suas atribuições Constitucionais, em favor dos Divulgadores Associados, que são:
Ação Conjunta.
A situação desoladora de milhares de famílias e divulgadores, que estão sem saber o que fazer para requerer seus recursos de volta, chama a atenção de muitos, e poucos tem vontade e conhecimento para fazer algo em prol da nossa categoria.
Assim, com o andamento do processo no Acre e o andamento na Justiça Americana, temos que esta é a útlima forma de reavermos nossos recursos.
Faça a sua parte e venha lutar conosco:
Objetivo:
Desbloquear, recuperar os recursos dos divulgadores da Telexfree / Ympactus no Acre – Brasil.
Como irá funcionar?
Todos os associados cadastrados e os divulgadores que se cadastrarem, deverão preencher o formulário que estará disponível no site da Associação Unitel, autorizando esta a ajuizar ação em seu nome, propondo a restituição dos valores bloqueados pela Justiça Acreana.
Esta ação tramitará no Estado do Acre, por isso, será cobrado a taxa individual de R$ 200,00 (duzentos reais) por cada associado interessado.
Desta forma, em coletividade, teremos uma chance maior de recuperarmos nossos recursos outrora bloqueados, em poder da Justiça no Estado do Acre.
Nosso interesse é agirmos de imediato em nome de nossos associados como prevê a Constituição Federal do Brasil.
Em breve maiores informações sobre a referente Ação Judicial e um vídeo de nosso Departamento Jurídico, esclarecendo os procedimentos e regras.
Os interessados poderão enviar email para:
juridico@associacaounitel.com.br
associacaounitel@hotmail.com
Cordialmente
Diretoria Associação Unitel
ação unitel