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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

TelexFREE: Última nota Oficial da Empresa foi essa.



A empresa será a primeira a divulgar algo importante para seus divulgadores, então pessoal a notícia do Panfleto divulgado é FALSO! 

Prezados divulgadores, 
A YMPACTUS vem comunicar que a empresa designada para realizar a perícia no processo que tramita no Juízo da 2a Vara Cível de Rio Branco-AC protocolou um relatório das atividades já desenvolvidas. Todavia, alega que diversos procedimentos adicionais estão sendo necessários para concluir todos os quesitos. Assim, apresentou à Juíza do Acre novo pedido de prazo, desta vez requerendo mais 120 dias, o que totalizará 10 meses de apuração pericial. Vamos aguardar a decisão da Magistrada. De toda forma, estamos confiantes no resultado que, se mantiver a fidelidade à verdade, constatará a perfeita licitude das atividades da TelexFREE .

A Direção.

Qual o tamanho do seu mundo? Essa pergunta acabou por se tornar uma espécie de mantra aqui dentro da Liberta Global





Qual o tamanho do seu mundo? Essa pergunta acabou por se tornar uma espécie de mantra aqui dentro da Liberta Global , desde que pensamos em criá-la. Digo isso porque se trata de uma pergunta curiosa, mas que revela respostas ainda mais interessantes.
Quando eu entrei no mercado financeiro, há quinze anos, acreditei que aquele seria o maior desafio da minha vida. E, de certa forma, estava correto. Não foi fácil permanecer no mesmo local onde as mentes mais brilhantes concorriam pelos mesmos centavos, por milésimos de diferença, por segundos a mais em uma tendência. Olhe, foram anos de aprendizados diários.
A cada nova estratégia, novo setup, nova forma de encarar o mercado eu acreditava que, finalmente, havia encontrado a fórmula mágica e, quando estava crente de que agora tudo havia sido resolvido, um novo baque; novas crises, novas notícias, novas fases econômicas. Não há um dia sem que tenhamos aprendido algo. E, novamente, meu mundo aumentava.
Recentemente, vivo um momento totalmente novo na minha vida: Após treinar mais de 30 mil alunos, em mais de quinze mil horas de mercado, em duzentas ou mais cidades ao longo de todo o país, me mudei para os Estados Unidos. Na mala? O desejo por novos desafios, novos mercados e um horizonte ainda maior. Mas, posso te dizer uma coisa? Não saberia o quão maior seria!
O mercado norte americano é incrível. A sua liquidez, a pluralidade de ativos, as múltiplas possibilidade, opções em praticamente todos os papéis com liquidez maiores do que muitos papéis brasileiros. Ativos que, sozinhos, movimentam mais do que todos os ativos do nosso país! Eis que o meu mundo cresceu, novamente. A Liberta Global nasceu como resultado direto do meu desejo de proporcionar ao maior número possível de traders e investidores a mudança que eu venho vivendo: A chance de negociar no maior mercado do planeta e investir nas melhores empresas existentes!

No momento em que a nossa economia é posta em xeque e a saúde das maiores empresas do nosso país está sendo questionada, a pergunta que te faço é a seguinte: Será que não está na hora, realmente, de buscar algo novo? De dar um passo além e tomar uma decisão de verdade em prol do seu futuro?

Venha conosco. Liberte-se!
Leandro Ruschel – Sócio fundador da Liberta Global.
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TelexFREE : Folheto que divulgaram nas Redes é FALSO!





Que postagem sem nexo pessoal, parem de se iludir com esses Sites E Blogs , primeiro procure saber se é realmente é verdade veja a Palavra PROCESO escrita no folheto olha o erro grotesco de Português .
Fico sem palavras como alguns portais  postam esse Lixo , só pra terem acesso mesmo. Fiz uma Pesquisa no Google vejam não tem nenhuma processo com esse Número 
Sua pesquisa - Número processo 012030000000017 - não encontrou nenhum documento correspondente.
Quem Divulgou essa Imagem não tem o que fazer mesmo.  E quem Publicou é pior ainda!
Aqui! publicamos somente a verdadeira notícia! publiquei pra alertar vocês! pois não perderia meu tempo em publicar isso!
Att Dricontabil


7 pensamentos que diferem os ricos dos demais



Especialista em finanças pessoais revelou as maneiras diferentes de pensar de quem chegou ao sucesso. A boa notícia é que você pode seguir tais pensamentos
SÃO PAULO - Eles não têm apenas maisdinheiro que a maioria das pessoas. Os ricos realmente pensam de forma diferente dos demais e esse é um dos motivos pelos quais eles chegaram à riqueza, de acordo com oBusiness Insider.
“Eu trabalhei com ricos por mais de 30 anos e percebi que o jeito de pensar ajudou a ganhar e manter sua fortuna”, disse o especialista em finanças pessoais, Neal Frankle.
De acordo com Frankle, a boa notícia é que qualquer um pode aprender, seguir o “pensamento dos ricos” e turbinar as chances de se juntar a eles. Confira abaixo o que pessoas ricas pensam diferente das demais:
1. Ricos admitem que não sabem de tudo
Eles são bons no quesito ganhar dinheiro, mas nem por isso eles têm o poder de estarem sempre certos. Como resultado, os ricos estão sempre à procura de novas e melhores maneiras de agir e de pensar e estão dispostos a considerar novas ideias. “Quanto eles estão errados, geralmente não rebatem ou levam pro pessoal”, acrescenta Frankle.
2. Fazem as perguntas certas
Não precisa ser um gênio para fazer as perguntas certas, basta não ser preguiçoso. “Isso porque é preciso pensar bem para obter todas as respostas de perguntas que você precisa fazer para entender uma determinada situação.”
Os ricos também definem bem perguntas em relação à vida pessoal e profissional, como “o que realmente eu quero?’, “porque eu quero isso?” e “o que acontece se eu fizer isso”, entre outras.
3. Têm disposição para trabalhar
A maioria dos ricos está disposta a superar os obstáculos para alcançar seus objetivos.
4. Têm paciência e determinação
Metas dignas têm seu tempo para serem alcançadas. Os ricos entendem isso e permanecem no caminho, enquanto outras pessoas ficam frustradas quando não obtêm resultados a curto prazo e desistem de seguir em frente. Em resumo, eles sabem persistir para realizar seus sonhos.
5. Têm auto-crítica
Uma pessoa bem-sucedida se pergunta sobre suas ações e se cobra para sempre melhorá-las. Se ela acha que está indo para o caminho errado, ela corrige o curso. Já pessoas menos eficazes raramente se auto-avaliam. Como resultado, elas são mais improdutivas.
6. Não criticam os outros
Pessoas pequenas não deixam passar a chance de criticar. Elas simplesmente adoram encontrar falhas e defeitos em outras pessoas. “Claro que existem pessoas com dinheiro que são até piores do que isso. Mas muitos ricos, que fizeram suas próprias fortunas, fazem exatamente o oposto."
Eles aproveitam as chances para elogiar os outros e trabalham duro para suavizar os defeitos alheios. “Isso fortalece as alianças e contatos, constrói equipes e motiva todos a sua volta. Todo mundo ganha.”
7. Dão prioridade ao próximo
Um estudo feito com centenas de americanos ricos revelou que quase sem exceção, todos se concentravam em ajudar os outros a conseguirem o que querem. “Foi esse foco fanático no cliente que fez desses homens e mulheres pessoas de sucesso.”
“Se você está buscando uma palavra pra resumir como os ricos pensam, ela é humildade”, disse. “Quem é verdadeiramente rico e humilde se faz perguntas, admite erros e os tenta corrigi-los, é prestativo e sabe valorizar outras pessoas”, conclui o especialista.

Gazeta: Projeto que regulamentaria marketing multinível é arquivado


Pirâmides

Proposta, que tramitava na Câmara Federal, segundo promotores, causaria confusão jurídica e traria impunidade para articuladores de pirâmide financeira

Pirâmides
 
A Comissão Especial do Marketing Multinível da Câmara Federal encerrou as atividades este ano sem conseguir votar o projeto de lei, que segundo os deputados, regulamentaria a atividade e trataria com mais rigor as pessoas envolvidas em pirâmides financeiras. Após várias tentativas frustradas para a aprovação, o projeto foi arquivado. O resultado é um alívio para as autoridades que investigam hoje diversas empresas acusadas de fraude.

O PL 6667/13, na prática, segundo promotores de defesa do consumidor, causaria uma grande confusão jurídica ao prevê que as irregularidades seriam enquadradas em crime contra a economia popular, de causa estadual, e seriam consideradas também abusos contra a ordem econômica e contra o sistema financeiro, temas analisados na esfera federal.

“Traria uma grande insegurança jurídica. Todo mundo pode processar os envolvidos em pirâmide e ao mesmo tempo corria o risco de ninguém investigar”, explicou o promotor do Rio Grande do Norte e membro do Conselho Nacional do Ministério Público, José Augusto Peres.

Ele explica que a proposta de lei sobre o marketing multinível (MMN) foi criada sem que houvesse participação de juristas e especialistas no assunto. Como uma comissão especial foi formada, o projeto não passou nas mãos de membros das comissões de Justiça, Direito do Consumidor e Direitos Econômicos.

“A situação é tão complexa que país nenhum regulamentou a atividade, nem os Estados Unidos. Eles deixaram de fora o MMN. A linha que separa o lícito do ilegal é estreita. Há o risco de se legalizar uma prática delituosa ou a chance de inviabilizar um negócio real”, explica.

Peres acrescenta que é necessário que se faça uma lei que resguarde o direito dos associados de empresas de marketing multinível. Para tentar barrar a votação da lei, os promotores se articularam para mobilizar o Ministério da Justiça e também parlamentares para que a matéria pudesse passar por uma análise aprofundada de especialistas e também de outros deputados.

A intenção é de que o assunto seja analisado com o mesmo cuidado aplicado em outros projetos, como o de atualização do Código de Defesa do Consumidor (CDC). “Duas comissões analisaram a proposta. O Ministério da Justiça também participou do processo antes que o texto final chegasse à relatoria do senador Ricardo Ferraço. Uma outra comissão foi formada para que não houvesse nenhum retrocesso no CDC”, explica Peres.

Arquivamento
  
A comissão especial que analisava a regulamentação do marketing multinível (PL 6667/13) cancelou a reunião marcada para a última quarta-feira, quando seria votado o relatório elaborado pelo deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA) sobre o assunto. Como não foi agendada outra reunião nesta legislatura, a proposta será arquivada.

Outro problema encontrado no projeto de lei, segundo promotores, é a falta de clareza em pontos como a contratação de uma seguradora para fazer um estudo de viabilidade de um negócio. Porém, o aval não garantiria aos investidores a devolução de recursos em caso de falência do negócio.

Mais um ponto polêmico era a não punição de pessoas, chamadas de “piramideiras”, que seriam responsáveis por formar rede de associados, recrutando novos membros para as empresas, caso alegasssem desconhecer o envolvimento do negócio com fraudes.

O projeto inicial foi apresentado à Câmara pelo deputado Acelino Popó (PRB-BA), que tinha relações com donos de empresas investigadas e participou de vídeos, publicados no Youtube, nos quais se inscreviam em negócios suspeitos. Uma das empresas em que Popó se tornou associado foi a Paymony, um negócio que afirmava atuar com o MMN e mineração de bitcoin, mas quebrou e deixou vários investidores no prejuízo.
Negócios que atuam como pirâmides financeiras surgem e morrem com tanta rapidez que as autoridades têm dificuldades para processar todos os envolvidos. Hoje, são mais de 200 esquemas fraudulentos atuando no país. Esse número é referente a companhias bloqueadas pela Justiça e empresas que fecharam as portas recentemente dando prejuízos a consumidores ou a novos negócios que acabaram de surgir.

O promotor de Juiz de Fora, Plínio Lacerda, presidente do Ministério Público de Defesa do Consumidor (MPCON), explica que no final do mês passado, um seminário realizado pela entidade em conjunto da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) foi possível ver a velocidade dos golpes em atrair investidores.

“Qualquer lei que for criada deve ter o objetivo de punir e de impedir a formação das pirâmides. O que tem acontecido é que está surgindo no Brasil muitas empresas que têm sede em paraíso fiscal. Essas não temos como controlar”, destaca.

Uma das preocupações de Lacerda, com a PL do Marketing Multinível, era na verdade a regulamentação das pirâmides. “Essa lei poderia até atrapalhar a condenação de pessoas hoje investigadas por esses crimes”, acrescenta.

Hoje, entre as 200 empresas que atuam ou atuaram no país entre 2013 e 2014, cerca de 50 são investigadas. “Algumas morrem assim que recebem uma notificação do Ministério Público. Também temos dificuldades de processar alguns envolvidos, pois as provas desaparecem rápido e essas pessoas migram numa grande velocidade para outros golpes. Hoje, podemos dizer, o que o MP faz é uma ginástica. Não temos como impedir todas as fraudes. Por isso queremos conscientizar as pessoas para que elas, antes de aplicarem algum dinheiro, entrem no site da CVM e verifiquem se a empresa tem autorização para trabalhar com investimentos”, explica.

No Brasil, os casos de pirâmides mais escandalosos são a Telexfree, bloqueada desde o ano passado pela Justiça do Acre; a BBom, paralisada por uma ação civil, em Goiás; e a Mister Colibri. Esta, inclusive, está com o processo criminal chegando ao fim. No próximo ano, já haverá a audiência para definir se os donos atuavam de maneira ilegal.

“A Mister Colibri prometia uma remuneração para pessoas que assistissem à publicidade de empresas multinacionais, como a Coca-Cola. A investigação começou por causa de suspeita de propaganda enganosa, mas descobrimos que a Mister Colibri nunca teve nenhum contrato com essas grandes companhias”, explica Lacerda, que conduz o caso criminal.
Fonte: Gazeta Online

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Investindo em Título Público (Tesouro Direto)




Os títulos públicos são emitidos pelo Tesouro Nacional com o objetivo primordial de captar recursos para o financiamento da dívida pública e das atividades do Governo Federal, como educação, saúde e infra-estrutura.
O Tesouro Direto é um programa de venda de títulos públicos às pessoas físicas desenvolvido pelo Tesouro Nacional, em parceria com a BM&FBOVESPA.

Bolsa passará a cobrar por envio de extrato mensal; saiba como fugir da cobrança


 Infomoney
Carta mensal enviada gratuitamente aos acionistas passará a custar R$ 2,70 por mês a partir de abril de 2015, mas quem fizer a transição fugirá dessa cobrança

SÃO PAULO - A partir de abril de 2015, a BM&FBovespa (BVMF3) passará a cobrar pelo envio de extratos impressos aos investidores dentro de sua nova política de reduzir os custos e aumentar os lucros da companhia. Contudo, o investidor que não quiser pagar os R$ 2,70 mensais pelo documento poderá consultar as informações gratuitamente pelo e-mail ou via SMS no celular.
Em carta enviada aos investidores, a administradora da bolsa brasileira explica como fazer a transição: quem quiser deixar de receber o bom e velho extrato mensal, deverá entrar em contato com a sua corretora e informar o e-mail e/ou o celular nos quais quer receber as informações. O investidor que não atualizar o cadastro continuará recebendo o documento em papel até atualizar seu cadastro - e terá que pagar por isso.
A BM&FBovespa cobrará esses R$ 2,70 da corretora, que repassará a tarifa para o cliente, explica a empresa.
Outros planosAlém da cobrança, a Bovespa ainda prevê, para o ano que vem, uma reformulação do CEI (Canal Eletrônico do Investidor), para que a plataforma passe a contar com acesso único vinculado ao CPF do investidor. O objetivo da mudança é tornar o sistema mais acessível a tablets e smartphones. 
Em março, a Bovespa já tinha consolidado todas as informações de várias corretoras em um único extrato dentro das medidas tomadas para reduzir o uso de papel. 
A BM&FBovespa continuará enviando em papel os avisos de mudança de endereço e o extrato de dezembro, com as informações do último dia útil do ano, usadas para o imposto de renda devido a determinação da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). 

Nota Dricontabil - Mais um Alerta a vocês!!!





Amigos e frequentadores do nosso espaço, venho mais uma vez alertar a todos, reflitam e parem de se iludir com o MMN , hoje estão surgindo a cada minuto várias empresas no ramo de Marketing Multinível , amigos não caim nesse golpe , preserve seu dinheiro sua família que é o mais importante e primeiramente busca a DEUS,  ninguém esta preocupado com seu dinheiro eles querem te sugarem até a última gota, Esses Líderes de nome já estão realizados e ficam incentivando você a cair nesse golpe.
Vejam depois daquele vídeo bombástico desmascarando Carlos Costa imaginava que ele viria a público pra esclarecer se realmente falou a verdade nos seus vídeos, desde então não aparece nem se quer quando acabou as eleições deu uma nota de esclarecimento. Mas DEUS é tão bom que ao meu ver foi ótimo a perda desse cidadão.
Principalmente quando ele só fala de DEUS usando DEUS nesse negócio, lembrando que DEUS não faz parte disso de se tratar de NEGÓCIO, quando ele estava no leito de um hospital teve ainda um tempinho pra gravar vídeos pra todos nós se comover na  atual situação a que estava.
Pessoas me ligam pra saber se temos novidades na TelexFREE , pessoas que perderam tudo . É complicado.
Então deixo essa Nota pra mais uma vez deixar um Alerta. Pelo Amor de DEUS parem e não se iludam mais com MMN. já foi
Na medida do possível estou postando informações sobre INVESTIMENTOS, APLICAÇÃO, RENDA VARIÁVEL, leiam esses tópicos pra você cuidar bem do seu dinheiro ,  vai ser muito importante pra todos!
Obrigado a Todos que frequentam nosso Espaço e ajudem nosso BLOG a avançar ainda mais,acessem  sempre nossos Parceiros Anunciantes . isso nos ajuda em muito !

Obrigado a todos que aderiram o PicPay 

Att.
Dri Contábil!

IG: Empresa que deu calote em milhares cobra R$ 80 mil por posição no topo da rede



Unos, que nega ser pirâmide, prevê captar até R$ 1,9 milhão com operação "impossível" para o setor e sem aval da CVM.

Com pagamentos suspensos após captar recursos de milhares de pessoas com a promessa de lucros expressivos, a Unos decidiu vender posições na sua rede de associados, inclusive ao "mercado de capitais"- nas palavras de seu presidente, Regino Barros.

O iG mostrou que a empresa, que se apresenta como negócio de marketing multinível, tem usado o Senado e a Câmara Municipal de São Paulo para se promover num mercado tomado de suspeitas de pirâmide financeira. A Unos nega ser pirâmide.

A ideia da operação é que interessados paguem de R$ 2,5 mil a R$ 80 mil por uma posição no topo da rede de associados da Unos e, assim, lucrar com os recursos gerados por quem estiver mais abaixo.

Presidente ............. R$ 80 mil ............... 8 cotas
Ministro .................. R$ 20 mil ............... 16 cotas
Marechal ............... R$ 10 mil ............... 32 cotas
General ................ R$ 5 mil .................. 64 cotas
Coronel ................ R$ 2,5 mil ............... 128 cotas

Foram colocadas à venda 248 posições, com as quais a empresa espera arrecadar entre R$ 960 mil e R$ 1,9 milhão. Num primeiro momento, ela foi aberta apenas a associados da Unos, que pagarão 50% do valor de face. A partir da próxima segunda-feira (22), as posições restantes estarão disponíveis para compra pelo público em geral.

"Nós teremos uma equipe vendendo uma posição - não a sua, que você comprou, mas aquelas que faltarem ser vendidas", disse Barros numa conferência em 12 de novembro com associados. "Nós venderemos pelo dobro [do preço], para o mercado legal."

O vídeo da conferência foi disponibilizado no Youtube por um dos associados que o presidente da Unos considera um dos membros do "conselho superior" da empresa.

"Aquele que estiver investindo numa cota da empresa será beneficiado", afirma Barros no vídeo. "[O sistema permitirá gerar ao cotista] o resultado financeiro da futura rede, que será espetacular."

Procurado pela reportagem, Barros não atendeu aos contatos no horário combinado nem retornou as ligações e o e-mail. No vídeo, ele diz que a operação é regular.

"Antes de gravar este vídeo para vocês eu consultei Brasília. Consultei as alterações ou os apensos da nova regulamentação [do marketing multinível, ainda em fase de projeto na Câmara dos Deputados]. Eu sei que hoje, tudo o que você está vendo, está criteriosamente legal", diz o presidente da Unos.

A garantia não convenceu todos os associados.

"Comprar cotas com que dinheiro? Eu só vi R$ 500 na minha conta o ano inteiro. Mas mesmo que tivesse o capital não investiria numa empresa que não honra contratos", diz, sob condição de anonimato com medo de represália, um integrante da Unos que afirma ter colocado R$ 100 mil no negócio. 

 Venda de redes é impossível, diz ABEVD

Marketing multinível é um sistema de vendas diretas em que uma empresa conta com redes de distribuidores autônomos para chegar ao consumidor final.

Esses distribuidores são premiados pelas vendas feitas pelos integrantes de sua rede, e quem está mais acima na hierarquia lucra mais.

Para a Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD), entretanto, não é possível que alguém no topo venda sua posição - e muito menos que uma empresa venda a posição de seu distribuidor autônomo. 

"Não existe compra de posições. As posições você vai ganhando a partir do volume [de vendas de produtos ou serviços] que sua rede gera", diz Roberta Kuruzu, diretora-executiva da ABEVD. "E não existe a possibilidade de a empresa oferecer isso, porque a empresa não tem rede."

 Oferta de títulos precisa ser registrada

No vídeo, Barros se refere às posições como "cotas" e as compara a títulos mobiliários, como ações - sugerindo que se trata de uma operação de investimento financeiro.

"Terceirizada está uma empresa que vende ações, que vende participações e essa empresa vai vender as nossas cotas. A partir da 2º fase [que começa na próxima segunda-feira (22)], quem vai comprar as nossas cotas é o mercado de capitais, é o investidor e vai pagar o dobro do que você."

Acontece que ofertas públicas de valores mobiliários precisam passar pelo crivo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ressalta Claudia de Azeredo Santos, do Azeredo Santos, Cirne Lima & Herlin Advogados - a profissional fala em tese, e esclarece que não analisou o caso Unos.

"Fundos de Investimento não registrados e ofertas públicas feitas em desacordo com a ICVM 400 são irregulares, estando sujeitos a sanções (cíveis, administrativas e criminais, por se enquadrarem em crime contra a economia popular)", diz Claudia. "O órgão regulador [CVM] atua tanto na oferta / material publicitário como na venda.

A Unos não tem registro na CVM, informou a comissão, que fez um alerta indireto ao público.

"Sem tratar especificamente do caso concreto, ocorre que, por vezes, golpes financeiros são anunciadas ao público como a possibilidade de participação em empresas de venda direta com estrutura de remuneração multinível, principalmente pelo fato de que a remuneração do participante, no MMN [marketing multinível], envolve a formação de níveis inferiores, com novos integrantes, assim como ocorre nas pirâmides financeiras."
Fonte: Portal IG