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quinta-feira, 26 de março de 2015

Mercado de Ações, pra começar o dia informado, Equipe Trader


Bom dia!

Veja abaixo algumas noticias preparadas pela equipe de analistas da Rico, para começar o dia bem informado:

Fique de Olho:
Nesta quinta feira, além da tensão instaurada no Oriente Médio, que pressiona os mercados financeiros globais, o mercado nacional ainda irá digerir a divulgação do relatório trimestral de inflação, em busca de mais informações acerca da condução da política monetária do país. No lado corporativo, além de notícias relevantes envolvendo empresas do setor de telecom, ainda há a expectativa pela divulgação de números do 4T14 de Cemig e CPFL.

Mercados Globais:
 
Os principais mercados europeus recuam nesta manhã, diante do aumento das tensões no Oriente Médio, envolvendo o conflito no Iêmen, que também impactam no preço do petróleo, que sobe 4,3%. Nos EUA, os índices futuros das bolsas também projetam uma abertura em baixa superior a 1% das bolsas no país. No Brasil, índice futuro abre em baixa de 0,5% e o dólar opera estável, cotado a R$3,200.


Corporativas:
 
Petrobras (PETR4): Em resposta a pedido de esclarecimentos da BM&FBovespa, a Petrobras reafirmou que ainda não há data definida para a divulgação dos balanços do terceiro trimestre de 2014 revisado e do ano de 2014 auditado. "A companhia reitera o que comunicou ao mercado em 20/03/2015, no sentido de que continua trabalhando para disponibilizar as demonstrações contábeis revisadas do terceiro trimestre de 2014 e as demonstrações anuais auditadas o mais breve possível. No entanto, ainda não há data definida para a divulgação", afirma, no comunicado.


Petrobras (PETR4): A modelagem encontrada pela nova direção da Petrobras para registrar no balanço as perdas decorrentes de atos de corrupção levará em conta os sobrepreços verificados nos projetos listados na investigação da Operação Lava Jato. Dessa forma, segundo apurou a Agencia Estado, foram contabilizados os valores iniciais de cada projeto e os acréscimos ao longo da obra. Ponderadas as justificativas, o valor final indica o eventual superfaturamento. De um modo geral, esse cálculo de impairment - atualização do valor dos ativos, excluindo o superfaturamento - dará a dimensão da perda acarretada para a companhia. Ou seja, se a obra não tivesse sido inflada em negociações suspeitas, quanto valeria. A metodologia, inclusive, já foi apresentada a conselheiros pelo diretor financeiro da estatal. Hoje (26), o conselho de administração se reúne para referendar os cálculos e avalizar as perdas a serem lançadas nos balanços do terceiro e quarto trimestres do ano passado. A reunião de conselho acontece a partir das 10 horas, no Rio de Janeiro.

Telefonica Vivo (VIVT4): A cia vai vender 281,2 milhões de ações para seus acionistas com o objetivo de reunir 3 bilhões de euros para a aquisição da empresa brasileira GVT. Em comunicado ao mercado publicado na quarta-feira, a Telefónica disse que as novas ações serão vendidas por 10,84 euros cada. A decisão foi tomada em uma reunião do conselho ontem, horas depois de a empresa espanhola receber a aprovação do Cade para a aquisição.

Telefonica Vivo (VIVT4): A espanhola Telefónica anunciou nesta quarta-feira que vai nomear o presidente da GVT, Amos Genish, como novo presidente-executivo da Telefônica Brasil, que opera sob a marca Vivo no país, uma vez que concluir a compra da filial de banda larga da Vivendi. Genish será o principal executivo da empresa, e o atual presidente da Telefônica Brasil, Carlos Valente, se manterá como presidente do Conselho de Administração, sem tarefas executivas. Nesta quarta-feira, o Cade aprovou a compra da GVT pela Telefónica, mediante condições previstas em acordos negociados entre as partes e o órgão antitruste. A previsão é que a aquisição da GVT seja concluída no primeiro semestre deste ano, segundo o fato relevante da Telefônica Brasil. 

​Oi (OIBR4): Em meio às dificuldades da Oi em ingressar no Novo Mercado, a administração da companhia está avaliando uma série de ações alternativas para garantir aos seus acionistas, o mais rapidamente possível, direitos semelhantes aos que teriam caso a empresa já estivesse no segmento de alta transparência da bolsa, afirmaram a Agencia Estado fontes próximas à companhia sob condição de anonimato. Uma das principais propostas em estudo é a conversão voluntária das ações preferenciais em ordinárias. A opção, no entanto, precisará ser aprovada pelos acionistas. A ideia da administração da companhia é apresentar a proposta ao seu conselho de administração. Após essa aprovação, a tele submeterá a pauta à assembleia de acionistas. A taxa de conversão seria a mesma definida no prospecto da oferta pública de ações, de 1 ação preferencial para 0,92 ação ordinária. Toda a base acionária poderá aceitar a opção, não apenas quem participou do aumento de capital.

Setor EducacionalO ministro interino da Educação, Luís Cláudio Costa, disse ontem não ser possível garantir que o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) abrirá novas vagas no segundo semestre. Segundo o ministro, o número de vagas disponíveis serão previamente anunciadas. "O que vamos fazer com o Fies a partir da próxima edição: a vaga será previamente anunciada". Até este ano, era possível solicitar o financiamento para o primeiro semestre entre os meses de janeiro e junho e, para o segundo semestre, entre julho e dezembro. Neste ano, porém, o governo alterou as regras e impôs uma data, 30 de abril, para que os pedidos fossem feitos. Outra das mudanças foi a exigência de uma pontuação mínima de 450 pontos no Enem para obter acesso ao financiamento.
 

Ser Educacional (SEER3): A cia assinou contrato para aquisição da mantença do Centro Universitário Bennet no Rio de Janeiro, informou nesta quinta-feira, dando continuidade ao processo de expansão na região Sudeste após a compra da Universidade Guarulhos (UnG), anunciada em dezembro. O acordo prevê a cessão da promoção de recursos e representação legal necessários para o funcionamento do Centro Universitário Bennet à Unespa, subsidiária da Ser. O contrato, firmado com o Instituto Metodista Bennet, prevê pagamento total de 10 milhões de reais à Metodista Bennet.

ALL (ALLL3) / Cosan Logistica (RLOG3): A ALL, a Rumo e a Cosan Logistica informam o ajuste da relação de substituição de ações da ALL por ações da Rumo, em função dos dividendos distribuídos por parte dessas duas empresas a partir da assinatura do protocolo de incorporação, a qual passou a ser de 2,87930 ações ordinárias da Rumo para cada ON da ALL. Com isso, segundo as companhias, todas as condições precedentes necessárias para a incorporação de ações foram obtidas, de modo que, a partir de 1º de abril as ações da Rumo (RUMO3) passarão a ser negociadas na Bovespa. Em decorrência deste processo as ações de emissão da ALL (ALLL3) deixarão de ser negociadas em 31 de março. ​Ontem​ foi publicada no Diário Oficial da União a aprovação final da incorporação pela ANTAQ, emitida em 19 de março, informam as empresas.


BM&FBovespa (BVMF3): O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) negou, em julgamento realizado ontem, o recurso da BM&FBovespa sobre a decisão tomada pelo órgão no fim de 2013, e manteve, assim, uma autuação que, se somando o principal, multa e juros, pode superar R$ 840 milhões, segundo cálculo de analistas. Em comunicado enviado ao mercado, a Bolsa afirmou que aguardará a publicação da decisão para "analisar, em conjunto com seus assessores legais, a estratégia recursal mais apropriada a ser adotada, reiterando, por fim, que continuará amortizando o ágio para fins fiscais". Para o Fisco, houve uma avaliação incorreta do patrimônio líquido da Bovespa Holding no momento da fusão com a BM&F em 2008, o que teria levado a um ágio indevido, fato que reduziu o montante de impostos pago pela empresa. O ágio é a diferença entre o valor contábil de incorporação de uma companhia e o montante efetivamente desembolsado na sua aquisição. Essa decisão negativa para a Bolsa já era aguardada por analistas.


​Usiminas (USIM5): A Ternium, controladora da Usiminas ao lado da Nippon Steel, alterou a custódia de cerca de 25% de sua posição acionária na siderúrgica mineira. Essa fatia corresponde àquela comprada pela companhia argentina em outubro do ano passado da Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, que são ações fora do bloco de controle. Conforme as fontes de mercado a Ternium alugaria essas ações, que representam quase 10% das ações ordinárias da Usiminas, para que as mesmas possam ser utilizadas na votação da Assembleia Geral Extraordinária (AGE), marcada para o próximo dia 06, quando será tratada a eleição do conselho de administração da companhia. O BTG Pactual, que detém fundos que acumulam cerca de 3,5% do capital votante da Usiminas, seria o forte candidato a alugar esses papéis, fortalecendo a hipótese de que a instituição financeira, a maior acionista minoritária da Usiminas, depois da CSN, irá indicar um nome ao conselho da companhia mineira. Um dos fundos do BTG, inclusive, que sozinho detém uma participação de cerca de 3% no capital votante da Usiminas, entrou na CVM pedindo o adiamento da AGE.

Brasil: a inflação anual medida pelo IPCA deve fechar em 2015 em 7,9%, recuar para 4,9% em 2016 e chegar a 4,7% ao fim do 1S17. Essa é a trajetória da inflação no cenário de referência do Banco Central. As projeções foram divulgadas na manhã desta quinta feira, no Relatório Trimestral da Inflação.

Brasil: O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M) ficou em 0,36% em março, mostrando desaceleração ante a alta de 0,50% registrada em fevereiro, divulgou a FGV. A taxa ficou ligeiramente acima do teto das estimativas dos analistas do mercado financeiro, que iam de 0,10% a 0,35%. O INCC-M acumula altas de 1,57% no ano e de 6,95% nos 12 meses até março.

​Brasil: a taxa de desemprego apurada pelo IBGE nas seis principais regiões metropolitanas do país ficou em 5,9% em fevereiro de 2015. O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas, que iam de 5,4% a 6,2%

Zona do Euro: A base monetária da zona do euro, ou M3, uma ampla medida do dinheiro disponível no bloco, subiu 4,0% em fevereiro ante igual mês do ano passado, segundo dados divulgados hoje pelo Banco Central Europeu (BCE). O resultado veio abaixo da expectativa de analistas, que previam aumento de 4,3%. Na média móvel de três meses até fevereiro, a oferta monetária teve alta de 3,8%, também menor que a previsão, que era de ganho de 4,1%. Na contramão, os empréstimos ao setor privado caíram 0,1% na comparação anual de fevereiro. Em janeiro, os empréstimos haviam apresentado redução de 0,2%.

Alemanha: O índice de confiança do consumidor subiu para 10,0 na pesquisa de abril do instituto GfK, de 9,7 em março. Este é o maior nível do índice desde outubro de 2001, quando o resultado ficou em 11,0. O instituto de pesquisa alemão utiliza dados do mês atual para estimar o indicador para o mês seguinte. Analistas previam que o indicador referente a abril subiria menos, a 9,9.

França: O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,1% no quarto trimestre de 2014 ante o trimestre imediatamente anterior, segundo números finais divulgados hoje pelo instituto de estatísticas Insee, que confirmam leitura inicial divulgada em fevereiro. O resultado veio em linha com a previsão de analistas. Na comparação anual, o PIB francês teve expansão de 0,2% entre outubro e dezembro do ano passado. Em todo o ano de 2014, a economia da França apresentou crescimento de 0,4%, informou o Insee.


Bom dia e bons negócios.

Fonte: Equipe Trader

terça-feira, 24 de março de 2015

Comunicado aos Leitores!!!

Bom dia Amigos leitores, queria agradecer a todos pela fidelidade do nosso portal e obrigado a todos pelos e-mails que tenho recebido.

Amigos, infelizmente a Google está impedindo de continuarmos postando algumas informações pedindo a Exclusão de Algumas postagem creio que é devido a quantidade de acesso que temos nas postagem e principalmente sobre a TelexFREE é lamentável que isso vem ocorrendo com o nosso portal, pois nunca tinha ocorrido isso. então aos poucos criei o novo portal de acesso queria compartilhar com vocês a colocarem como favoritos pra não perdemos contato de longos anos mas vou continuar com nosso portal ok. então anotem ai

Mercado de Investimentos
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Mercado de Ações - Aprenda a Investir
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e segue meu contato:



Mercado de Ações ,pra começar o dia informado


Bom dia!

Veja abaixo algumas noticias preparadas pela equipe de analistas da Rico, para começar o dia bem informado:

Fique de Olho:

Nesta terça feira, o mercado nacional, apesar da agenda cheia, deverá repercutir o anúncio pela S&P, da manutenção da nota de crédito do Brasil. No lado corporativo, os investidores estarão atentos, mais uma vez, para as ações da Petrobras, após a S&P revisar a perspectiva do rating da estatal para negativa, de estável. Outros destaques são os balanços do quarto trimestre da CPFL Renováveis, Helbor, Locamerica e Wilson Sons que serão reportados após o fechamento do mercado.

Mercados Globais:
 
Os principais mercados europeus operam em leve alta nesta manhã, após a divulgação de indicadores dos países da região, apesar da queda de avião na França. Nos EUA, os índices futuros também avançam, a espera da apresentação de números da economia do país. No Brasil, índice futuro opera em alta de 0,6% e o dólar recua 2,1%, cotado a R$3,109.


Corporativas:
 
Petrobras (PETR4): A agência de classificação de risco Standard & Poor's revisou a perspectiva do rating da Petrobras para negativa, de estável. O rating da companhia foi mantido em apenas um degrau de perder o grau de investimento. A agência também revisou o perfil de crédito individual (SACP) da empresa para b+, de bb. Segundo a S&P, a revisão não afeta o rating de crédito corporativo da Petrobras. Em comunicado, a S&P afirma que a revisão da perspectiva reflete a dificuldade da Petrobras em conseguir financiamento para seu plano de investimento, que poderia aumentar a produção e desalavancar seu orçamento. "As maiores dificuldades em acessar o mercado de capitais deverão pesar sobre o crescimento da produção e a geração de caixa" da Petrobras, diz a agência, que acrescenta que a recente desvalorização do real também deve impactar as métricas de alavancagem da empresa.


Petrobras (PETR4): A Standard & Poor's afirmou que pode rebaixar o rating da Petrobras caso o perfil de risco de crédito individual (SACP) da empresa, que foi revisado hoje de bb para b+, seja novamente rebaixado para b. De acordo com a agência de classificação de risco, tal cenário pode acontecer caso a companhia apresente uma relação entre dívida líquida e Ebitda acima da faixa de 5,0x/5,5x no médio prazo. No curto prazo, os riscos para a Petrobras envolvem quebra de cláusulas contratuais, como o fracasso em divulgar um balanço anual auditado até 30 de abril. A S&P estima, no entanto, que o cenário mais provável para a empresa deve ser o de uma relação entre dívida líquida e Ebitda de 5,5x em 2015 e entre 4,5x e 5,0x em 2016. A margem Ebitda deve ficar entre 19% e 21% em 2015 e 23% e 25% em 2016, e o déficit de fluxo de caixa anual da empresa deve ficar entre US$ 10 bilhões e US$ 12 bilhões. 


Vale (VALE5): O preço do minério de ferro subiu 2,6% em relação a ontem e foi a US$ 55,6 a tonelada no mercado à vista chinês. No ano a queda acumulada chega a cerca de 22%. Esse valor segue a referência do insumo com teor de concentração de 62%, negociado no Porto de Tianjin, na China.

Brasil: A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) resolveu manter a nota de crédito do Brasil dentro do patamar considerado “grau de investimento” - ou seja, manteve o selo de “bom pagador” do País. A notícia foi recebida com grande alívio dentro do governo, que avaliou que a decisão da agência mostrou um voto de confiança no plano de ajuste fiscal proposto pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. A S&P manteve a nota do Brasil em BBB-, a mais baixa dentro do patamar de grau de investimento, e com perspectiva estável. Se tivesse baixado o rating, o País entraria no patamar de grau especulativo, o que traria diversas implicações negativas - o acesso ao crédito no mercado internacional, por exemplo, ficaria mais difícil e mais caro. Nas outras grandes agências de rating, a Fitch e a Moody’s, o Brasil está no segundo patamar mais baixo do grau de investimento. Ou seja, pode ser rebaixado em um nível e ainda manter o selo de bom pagador. A S&P informou que a manutenção da nota brasileira reflete a expectativa de que o ajuste fiscal em curso terá apoio da presidente Dilma Rousseff e do Congresso Nacional, apesar do cenário político e econômico desafiador. “A perspectiva estável reflete a nossa expectativa de que a correção em andamento continuará a atrair o apoio da presidente Dilma Rousseff e, finalmente, do Congresso, que gradualmente irá restaurar a credibilidade política perdida, abrindo o caminho para perspectivas de crescimento mais forte em 2016 e nos anos seguintes”, disse, em nota.
Brasil: No comunicado em que afirma o rating global BBB- do Brasil, a agência de classificação de risco Standard & Poor's estima que o Produto Interno Bruto (PIB) real do país deve contrair 1,0% em 2015, para depois crescer 2,0% em 2016 e 2,3% em 2017. Segundo a agência, o crescimento negativo deste ano deverá ser reflexo do impacto do aperto das políticas fiscal e monetária, do declínio do investimento da Petrobras e de sua cadeia de fornecedores e de um avanço limitado das exportações no curto prazo. A partir de 2016, uma melhora gradual no nível de confiança dos empresários, aliada à execução da política monetária e dos efeitos retardados do câmbio devem dar suporte a uma pequena aceleração da economia.

Brasil: O Índice de Confiança da Indústria (ICI) apurado na prévia da sondagem de março ficou em 76,2 pontos, o que significa recuo de 8,2% em relação ao resultado final de fevereiro, que foi de 83,0 pontos. Caso a prévia se confirme, a confiança terá atingido o menor nível desde fevereiro de 2009 (75,4 pontos). No mês passado, o ICI caiu 3,4%. Na comparação com março de 2014, sem ajuste, a prévia aponta recuo de 20,5% na confiança. A média histórica recente do indicador está em 101,6 pontos. "O resultado de março foi influenciado pela piora tanto das avaliações sobre o momento presente quanto das expectativas em relação aos meses seguintes", informou a​ FGV, em nota oficial.

​Brasil: O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria atingiu 80,8% em março, segundo a prévia da Sondagem da Indústria divulgada há pouco pela FGV. O resultado, já livre de influências sazonais, é menor que o apurado no resultado final da sondagem de fevereiro, que foi de 81,6%. Caso o resultado seja confirmado no fim do mês, o Nuci terá atingido o menor nível desde julho de 2009 (79,9%). O resultado final da pesquisa referente a março será divulgado no próximo dia 31.​

Zona do Euro: O índice de gerentes de compras (PMI) composto, que engloba os setores industrial e de serviços, subiu para 54,1 na leitura preliminar de março, de 53,3 na leitura final de fevereiro, segundo dados divulgados pela Markit Economics nesta terça-feira. O resultado superou a previsão dos analistas, que previam avanço mais tímido, a 53,6. Leituras abaixo de 50,0 indicam contração da atividade e, acima de 50,0, expansão. O PMI industrial avançou para 51,9 na prévia deste mês, de 51,0 no resultado final do mês passado. A expectativa era de alta para 51,5. No setor de serviços, o índice subiu para 54,3 em março, de 53,7 em fevereiro. O mercado previa aumento para 53,9.

Alemanha: O índice de gerentes de compras (PMI) industrial subiu para 52,4 na leitura preliminar de março, de 51,1 na leitura final de fevereiro, segundo dados divulgados pela Markit Economics nesta terça-feira. O resultado superou a previsão dos analistas, que previam avanço mais tímido, a 51,5. Leituras abaixo de 50,0 indicam contração da atividade e, acima de 50,0, expansão.

China: O índice de gerentes de compras (PMI) industrial caiu para 49,2 na leitura preliminar de março, de 50,7 na leitura final de fevereiro, em medição feita pelo banco HSBC e publicada nesta terça-feira pela Markit Economics. Este é o menor nível para o índice em 11 meses. Leituras abaixo de 50,0 indicam contração da atividade.

Japão: O índice de gerentes de compras (PMI) industrial caiu para 50,4 na leitura preliminar de março, de 51,6 no cálculo final de fevereiro, conforme informou nesta terça-feira a Markit Economics. Resultados acima de 50,0 indicam expansão da atividade.

Bom dia e bons negócios.

Fonte: Equipe Trader

segunda-feira, 23 de março de 2015

Assembleia aprova desdobramento de ações da Gol

http://telexfreedricontabil.blogspot.com.br/
As ações ordinárias a serem emitidas para o desdobramento não vão alterar o capital da companhia, que continuará sendo de cerca de 2,62 bilhões de reais, informou a Gol na ata de reunião da assembleia


SÃO PAULO (Reuters) - Assembleia de acionistas da Gol (GOLL4) aprovou nesta segunda-feira desdobramento de ações ordinárias da companhia aérea na proporção de 35 novos papéis para cada um da mesma espécie emitido pela empresa.
As ações ordinárias a serem emitidas para o desdobramento não vão alterar o capital da companhia, que continuará sendo de cerca de 2,62 bilhões de reais, informou a Gol na ata de reunião da assembleia.
Fonte: InfoMoney

Ibovespa oscila com política e Grécia no radar

A Petrobras informou na noite de sexta que paralisou operações na plataforma P-58 no Parque das Baleias, na Bacia de Campos (Shutterstock)
Depois da presidente Dilma tirar Mercadante da articulação política fica a expectativa para as medidas de ajuste fiscal que irão ao Congresso na quinta-feira

SÃO PAULO - O Ibovespa oscila entre perdas e ganhos nesta segunda-feira (23), seguindo a fraqueza das bolsas internacionais por conta do cenário conturbado nas renegociações da dívida da Grécia. Por aqui, o foco continua sendo o cenário político depois que a presidente Dilma Rousseff (PT) tirou o ministro-chefe da Casa Civil, AloizioMercadante (PT) da articulação política.
Às 10h35 (horário de Brasília), o benchmark da Bolsa brasileira tinha leve alta de 0,10%, a 52.017 pontos. Ao mesmo tempo, o dólar comercial caía 1,06%, a R$ 3,1958. 
A notícia da saída de Mercadante da articulação fará com que os investidores olhem com atenção ao avanço das medidas de ajuste fiscal, já que teremos as votações da MP 664/14, que estabelece novas regras para auxílio-doença e pensão por morte, e da MP 665/14, sobre novas regras para concessão de seguro-desemprego e abono salarial, na quarta-feira.
Nesta segunda também foi destaque o relatório Focus, com as previsões de diversos economistas e instituições financeiras para uma série de indicadores macroeconômicos. A projeção da retração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2015 foi de -0,78% na semana anterior, para um recuo de 0,83%. Já a mediana das previsões do mercado financeiro para o IPCA de 2015 subiu de 7,93% para 8,12%, acima do teto da meta estabelecida pela autarquia de 6,5% ao ano. 
Ações em destaqueEntre as ações, destaque para a Petrobras (PETR3PETR4), que via seus papéis se desvalorizarem depois de notícia que blog de João Bosco Rabello, do jornal O Estado de S. Paulo, diz que o Bradesco (BBDC4), que faz o levantamento dos números da BR Distribuidora, manifestou interesse em comprar 49% da subsidiária da estatal, caso um acordo de acionistas lhe garanta a gestão. O banco, no entanto, negou, por meio de sua assessoria de imprensa, a informação de que cogita propor a compra de fatia da subsidiária da estatal, abalada pelas denúncias de corrupção. 
Além disso, a Petrobras informou na noite de sexta que paralisou operações na plataforma P-58 no Parque das Baleias, na Bacia de Campos, para manutenção após vistoria da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). A estatal alegou que a interrupção temporária da produção visa a "manutenção preventiva", uma vez que ANP indicou "não conformidades" na unidade. Mesmo assim, a agência reguladora não informou quais os problemas específicos foram encontrados na vistoria. Em comunicado de ontem, a estatal havia informado que uma parada de manutenção em fevereiro ocasionou na queda de 1,5% na produção da petrolífera naquele mês.
Outro destaque são as ações da Gol (GOLL4), que sobem antes do encerramento da assembleia geral extraordinária para aprovar a criação da "super ação preferencial". A companhia poderá aprovar o desdobramento de ações ordinárias de 1 para 35 e mudanças no estatuto. A reunião está programada para às 10h (horário de Brasília). A Amec (Associação de Investidores no Mercado de Capitais) se posicionou contra a criação da "super ação preferencial", que desalinharia os interesses dos acionistas, já que permite que o controle seja exercido com uma fatia minúscula do capital, disse, na quinta-feira, o presidente da associação, Mauro Cunha, ao Broadcast.  
Fonte: InfoMoney

Mercado de Ações ,pra começar o dia informado




Bom dia!

Veja abaixo algumas noticias preparadas pela equipe de analistas da Rico, para começar o dia bem informado:


Fique de Olho:

Nesta segunda feira, a semana começa cheia de expectativas, diante da continuidade da briga política entre o Planalto e o Congresso, que pode continuar adicionando volatilidade ao mercado nacional. No lado corporativo, a Petrobras se mantém em evidência, pois na quinta-feira está prevista reunião do conselho de administração da estatal, que poderá eleger Murilo Ferreira, presidente da Vale, para a presidência do conselho da petroleira. Três assembleias gerais extraordinárias (AGEs) também são destaques nesta semana: a da Gol, sobre a criação das ações superpreferenciais, e a do BicBanco, para saída do Nível 1 da BM&FBovespa, ambas nesta segunda-feira; e a da Oi, na quinta-feira, sobre os acordos de permuta e opção fechados com a PT SGPS. 


Mercados Globais:
 
Os principais mercados europeus operam em baixa nesta manhã, diante de novas tensões na negociação entre o Governo da Grécia e o Governo da Alemanha. Nos EUA, os índices futuros das bolsas apontam para uma abertura estável das bolsas, na expectativa dos indicadores a serem reportados no dia. No Brasil, índice futuro sobe 0,2% enquanto o dólar recua 0,7%, cotado a R$3,216.


Corporativas:
 
Petrobras (PETR4): A Petrobras informou nesta sexta-feira que paralisou as operações da P-58, importante plataforma produtora de petróleo da estatal, após a ANP encontrar problemas de segurança a bordo. A plataforma produziu 106 mil barris de petróleo e gás natural equivalente por dia em janeiro, sendo 84% de petróleo, de acordo com os dados mais recentes da ANP. O volume representou 4,1% da produção total da Petrobras no Brasil naquele mês, colocando a P-58 na quinta posição entre as maiores unidades produtoras da estatal no mês. A unidade foi paralisada na quarta-feira, depois de reclamações de trabalhadores levarem a uma inspeção pela ANP, disse o representante da categoria dos petroleiros. Em comunicado confirmando o desligamento, a Petrobras disse que a medida foi preventiva e que pretende melhorar a eficiência no plataforma que vinha produzindo há um ano.


Vale (VALE5): O preço do minério de ferro iniciou a semana com queda de 1,5%, cotado em US$ 54,2 a tonelada no mercado à vista chinês. Esse é o valor mais baixo desde o início da série histórica que teve início com o fim da hegemonia dos contratos de longo prazo (benchmark) no fim de 2008. No acumulado deste ano o preço acumula queda de 23,9%. Esse valor segue a referência do insumo com teor de concentração de ferro de 62%, negociado no porto de Tianjin, na China.



Suzano (SUZB5)A agência de classificação de risco Moodys elevou nesta sexta-feira, a perspectiva do rating de crédito da cia, de estável para positiva. O rating global da empresa foi mantido em Ba2. A mudança na perspectiva reflete nossa expectativa de melhora nos indicadores de crédito a partir de 2015, com margens mais elevadas, como consequência de uma percentagem relativamente elevada de celulose no mix total de vendas, geração de fluxo de caixa livre positivo, redução da dívida", comentou a Moody's em comunicado.


Souza Cruz (CRUZ3): O Conselho de Administração da Souza Cruz aprovou nesta sexta-feira convocação de assembleia especial em 9 de abril para deliberar sobre eventual nova avaliação da companhia no âmbito de sua oferta pública de aquisição de ações (OPA). A convocação ocorreu após pedido da gestora Aberdeen Asset Management, que tem mais de 10% das ações da companhia. O objetivo da OPA, lançada pela British American Tobacco, é cancelar o registro de companhia aberta da empresa.




Telefonica (VIVT4): A cia disse na sexta-feira que pretende protocolar pedido de oferta pública de ações após aprovações regulatórias necessárias para a aquisição da operadora de banda larga GVT. A oferta de ações servirá para financiar parte da compra da GVT, anunciada em setembro do ano passado. "A companhia pretende fazer o protocolo de tal oferta após obter todas as aprovações regulatórias necessárias para a aquisição da GVT, bem como as aprovações societárias para a oferta, as quais dependem de variáveis que não estão sob o controle da companhia", disse a empresa. Na quinta-feira, uma fonte com conhecimento do assunto disse que a operadora espanhola Telefónica, controladora da Telefônica Brasil, reuniu nove bancos para promover seu aumento de capital de 3 bilhões de euros (3,2 bilhões de dólares) relacionado à compra da da unidade brasileira da Vivendi.


Usiminas (USIM5): A Standard & Poor's rebaixou o rating da cia, com perspectiva negativa. Segundo a agência, o rebaixamento reflete a perspectiva de que as métricas de crédito da Usiminas seguirão fracas em 2016, como resultado da baixa perspectiva de demanda no Brasil. "Ao mesmo tempo, atrasos no início das operações do Porto Sudeste continuarão a limitar os volumes de produção da operação de minério de ferro da empresa", diz a nota. "A indústria brasileira de aço sofre com a grande queda da produção nacional de veículos, acompanhado de uma demanda mais baixa de outros compradores, como os fabricantes de eletrodomésticos. Acreditamos que a fraca demanda deve continuar até 2016, como reflexo da desaceleração econômica do Brasil. Ao mesmo tempo, a importação de aço continua sendo uma ameaça aos produtores domésticos, uma vez que os preços internacionais se mantêm em queda apesar da recente desvalorização do real."


ViaVarejo (VVAR11): O conselho de administração da Via Varejo aprovou um Plano de Investimento para 2015 no montante de R$ 324 milhões. Foi deliberado também a não destinação de valor para orçamento de capital para o exercício social de 2015. Os membros do conselho de administração aprovaram a celebração de contratos de descontos de recebíveis sobre operações de cartões de crédito e de CDCI pela companhia para o 2º trimestre de 2015, até o limite de R$ 6,285 bilhões. Foi convocada Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da companhia a ser realizada dia 23 de abril.


Qualicorp (QUAL3): A cia informa que foi firmado contrato de cessão de transferência de quotas entre a companhia e a Priority Intermediação de Negócios, tendo por objeto a venda, para a Priority, de 100% do capital social da Potencial. Segundo o fato relevante, o contrato atende plenamente os termos constantes do Termo de Compromisso de Desempenho (TCD) firmado com o Cade. O valor da venda da Potencial, de R$ 82,864 milhões, a ser prazo num prazo de cinco anos, será reajustado pelo IGPM mais 1% ao ano e é equivalente a cerca de 8,5 vezes o Ebitda estimado para 12 meses da Potencial. A Qualicorp receberá ainda R4 1,418 milhão referente à reserva técnica e capital social.


Bom dia e bons negócios
Fonte: Equipe Trader