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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Site Brasileiro acusa 6 novas empresas de MMN de serem fraudes. Confira agora



O site brasileiro Tenho Dívidas publicou recentemente em sua página matéria apontando 6 novas empresas de MMN de serem fraudes. É verdade que o mercado de MMN vem ultimamente se mostrando bastante preocupante, com a maioria das empresas novas tendo problemas ou alterando seu planos e deixando seus associados a verem navios, porém acreditamos que não dá para generalizar. Confira abaixo a íntegra do que foi publicado pelo referido site:
Descubra quais são as novas Pirâmides Financeiras de 2014. Não invista o seu dinheiro nestes esquemas fraudulentos que prometem dinheiro fácil!
Apesar das fraudes multinível durarem muito pouco tempo e de começarem a aparecer vários problemas no pagamento do retorno prometido, assim que a pirâmide começa a ficar popular, ainda assim muitos otários entram nestes esquemas disfarçados de Marketing Multinível e investem todo o seu dinheiro. Alguns meses depois a pirâmide colapsa ou é bloqueada e… perdem todo o dinheiro!
Estas fraudes são cada vez mais comuns e são consideradas como crime financeiro, crime contra a economia popular, branqueamento de capitais e outros crimes. Quem entra numa fraude, vai entrar nas outras. Para recrutar novas vítimas para este tipo de esquemas, os afiliados usam técnicas agressivas e muitas mentiras… isto é… uma lavagem cerebral.

Lista das Fraudes 2014

Estas são as novas fraudes de 2014, que você deve ter muito cuidado, pois existem vários aldrabões que vão fazer de tudo… mas tudo mesmo, para recrutar novas vítimas e serem recompensados pelo esquema:
  • iFreex
  • Wakeupnow
  • Fankoob
  • Vizinova
  • Univerteam
  • GooBets
Para alertar várias pessoas sobre estas fraudes multinível, onde o retorno prometido é pago aos antigos “investidores” usando o dinheiro das novas vítimas, está a circular no Facebook a seguinte imagem:
Fonte: Tenho Dívidas 

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

BBOM: Comunicado Ofical Embrasystem/BBOM

Comunicado Ofical Embrasystem/BBOM

Comunicado Embrasystem:
Bom dia a todos
Atualizando as informações sobre os andamentos processuais e comerciais da BBOM - Grupo EMBRASYSTEM. 
Como é de conhecimento de todos a alguns dias tivemos a suspensão do processo que tramita na Sexta Vara Criminal de São Paulo. Esta suspensão consideramos uma grande vitória pois fica claro o entendimento de nossos legisladores quanto as alegações de nosso corpo jurídico e da incoerência quanto as acusações até aqui infundadas promovidas por uma instância reconhecidamente incompetente! 
Esperemos agora a extinção definitiva deste processo que deverá acontecer nas próximas sessões cujo julgamento deverá ser pautado pelo ilustríssimo Ministro do STJ - relator de nosso processo! Esta extinção colaborará inclusive para a extinção também do processo original que tramita na 4a. Vara federal de Goiânia. 
Com as extinções desses processos estaremos voltando a normalidade comercial e todos os contratos firmados deverão e serão honrados a partir daí - dando comprimento ao seu prazo original de 12 meses - ficando congelados os períodos processuais! Ou seja, reinicia a contagem de tempo a partir de nossa volta definitiva! 
O único entrave que deverá acontecer será para aqueles Microfranqueados que procuraram a justiça - no intuito de se resguardarem em duplicidade de um processo cujo direito nunca lhes foi suprimido! Para estes casos - fomos obrigados e apresentamos nossa defesa e também estaremos trilhando o caminho do bom direito, ou seja estes MICROFRANQUEADOS deverão aguardar as definições que o próprio judiciário determine dentro de cada processo individual por eles mesmos formulados! 
Novamente firmamos nosso compromisso com todos os Microfranqueados com a garantia de que cada contrato será devidamente honrado dentro de suas cláusulas e condições! 
Dos produtos que ainda não foram entregues:
Solicitamos que cada um de vocês procurem suas lideranças para registrar a falta, se houver, desta entrega para que possamos sanar com a maior brevidade possível! 
Estaremos homologando centros de distribuições eleitos entre os Microfranqueados e franquias tradicionais para que seja retirado os produtos adquiridos e a partir desta homologação - esta situação conflitante se extinguirá! 
Os pagamentos de saques seguem em ritmo adequado! Porém, sabemos que temos muito trabalho pela frente e que esta demora gera insatisfação em toda rede - estamos fazendo uma força tarefa e vários líderes já nos ajuda para que este trabalho seja mais ágil! Estamos trabalhando para que ainda no ano 2014 - estejamos próximo de 100% com todas nossas responsabilidades! 
O grupo EMBRASYSTEM se prepara para ser o maior canal de distribuição de produtos físicos e virtuais do país e do mundo - para atender a enorme força de trabalho, dos Microfranqueados, os responsáveis pela distribuição desses produtos serão as franquias homologadas, que provera uma receita extraordinária aos franqueados. Nossos produtos estarão disponíveis para venda inclusive para o mercado tradicional e estes CDS distribuirão os produtos no atacado para este setor! 
Alguns produtos que estarão, em breve, disponíveis nos CDs! 
Produtos virtuais
Energéticos
Cafe
Máquinas café expresso
Aparelhos eletrônicos
Suplementos alimentares
Água mineral engarrafada 
Cosméticos
Perfumaria 
Produtos 1a. Necessidades
E outros que surpreenderão! 
Dentro dos CDs estes produtos poderão ser adquiridos pelos Microfranqueados - liquidando os mesmos através de saldos de seu BO. 
Todos com fabricação própria e exclusiva! 
Estamos readequado nossa estrutura em Alphaville - SP para que possamos disponibilizar quiosques de demonstração de produtos de cada indústria em parceria com o Grupo EMBRASYSTEM! Em breve comunicaremos a todos e formalizaremos um convite para a inauguração desta unidade de visita e atendimento! Onde estaremos disponibilizando funcionários altamente qualificados para a explicação e treinamento de cada produto - seja ele físico ou virtual! 
Temos ainda em nosso mix - alguns outros produtos em fase de homologação que disponibilizaremos a todos em breve. Estes produtos são revolucionários e colocarão cada um de vocês Microfranqueados Em
Posição de destaque no mercado atacadista e de consumo em cada país de atuação! 
Já estamos também firmando
Parcerias para a fabricação e distribuição de nossos produtos em outros Continentes! 
A parte mais amarga de todo este processo, o aborrecimento que tivemos até aqui, as tristezas e angústias estão com seus dias contados. Não tenham dúvida quanto a isso! Nossa tão esperada vitória e independência financeira pessoal - está mais próxima do que podemos imaginar! 
Tudo que não devemos agora é dar ouvidos as pessoas despreparadas para o sucesso! 
Tudo que devemos agora é nos prepararmos para dar o grande grito de vitória e garra!!
Agradeço de coração sua paciência com a certeza de que serás devidamente recompensado por todas estas inconsistências ocasionadas até aqui. 
Atenciosamente 
João Francisco de Paulo
Presidente - conselho de administração
20/11/2014

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

BOMBA na Telexfree!!! Farsa do LAUDO da Receita Federal é desmascarada!!!






BOMBA na Telexfree!!! Vídeo divulgado nas redes sociais mostra suposta Farsa do LAUDO da Receita Federal
Nota Dricontabil: Vejam esse vídeo amigos isso sim é a Maior Bomba, parabéns a interprete do vídeo, Aparece ai Sr Diretor Carlos Costa! Pessoal melhor mexer os pauzinhos e começar a procurar o MP de sua cidade, eu vou fazer minha parte, vou procurar um advogado o mais rápido possível e entrar com uma ação eu acho que você deveria fazer o mesmo!


No vídeo divulgado, são analisados três "plantões Telexfree" e ficam comprovadas as supostas mentiras que Carlos Costa contou sobre o laudo da Receita Federal.


São mostradas páginas verdadeiras do laudo, detalhadamente. Pode-se ver que o laudo DETONA a Telexfree e a Ympactus, expondo várias irregularidades do golpe. Totalmente ao contrário do que Carlos Costa sempre disse.

Compartilhem


Telexfree volta aos Jornais, agora com Leilão dos bens do Diretor Carlos Costa, para pagar Grupo de divulgadores do ES


O Caso Telexfree volta aos Jornais, agora com Leilão dos bens do Diretor Carlos Costa, para pagar Grupo de divulgadores do ES
Dois veículos do empresário e outros dois carros em nome de empresas ligadas a ele foram penhorados para indenizar associados

Mercedes-Benz, modelo SLK 250 CGI, do Carlos Costa que foi apreendido pela Polícia Federal, mas que será leiloado para pagar divulgadores.

Dois carros do sócio da Telexfree Carlos Costa serão leiloados pela Justiça Estadual para o pagamento de divulgadores. Entre os veículos estão um carro Mercedez-Bens que custa mais de R$ 178 mil e um Kia Sorento de R$ 84 mil que estão registrados em nome do empresário.

A decisão é do juiz Ademar João Bermond, do 3º Juizado Especial Cível de Cariacica. Ele também vai colocar à venda outros dois automóveis, registrados em nome da VoxBras, de Castelo, e da Disk a Vontade, de Vitória, que são empresas ligadas à Telexfree.

O magistrado explica que se o leilão obtiver êxito, o dinheiro que sobrar deve ser disponibilizado para indenizar outras vítimas que ainda estão com o processo tramitando no local.

Os beneficiários dos leilões são pessoas que investiram na Telexfree e por causa do bloqueio da empresa, decretado pela Justiça do Acre, em junho do ano passado, não tiveram tempo de recuperar as aplicações.

No Juizado de Cariacica, processos de 10 outros associados da Telexfree foram executados.  Foram penhorados bens dos sócios da companhia e de outras empresas coligadas para pagar aos investidores.

O dinheiro da venda do Mercedes-Benz, modelo SLK 250 CGI, vai indenizar em R$ 14 mil um divulgador. Os interessados poderão arrematar o carro no dia 27 de novembro, às 15 horas, na sala de audiências do Juizado, localizado em Alto Lage.

O leilão do Kia Sorento ocorrerá no dia 1º de dezembro, a partir das 14 horas, junto à oferta do carro Fox City, avaliado em R$ 20.4994. Os dois veículos serão usados para pagar duas dívidas de R$ 13 mil e de R$ 12 mil. O evento também será na sala de audiências.

O outro carro penhorado que vai a leilão será um Fiat Doblo, avaliado em R$ 33 mil. O evento ocorrerá em Castelo, em data ainda a ser marcada, para reembolsar um investidor em quase R$ 12 mil.

Segundo Bermond, a decisão não entra em conflito com os outros processos que tramitam contra a Telexfree e os sócios. No Acre, a empresa é alvo de uma ação civil pública, que pede o fim da companhia, e a devolução do dinheiro para todas as pessoas que ingressaram no negócio.

No Espírito Santo, em julho deste ano, a companhia e os donos tiveram novamente os bens apreendidos e alguns até sequestrados pela Justiça Federal em decisão que culminou na Operação Orion. Pessoas envolvidas com a Telexfree são acusadas pela Polícia Federal de participarem de um esquema de pirâmide financeira e de fraudes contra o sistema financeiro.

O advogado da Telexfree Horst Fuchs foi procurado, mas pediu à reportagem para retornar a chamada, porém não atendeu as outras ligações.
Fonte: Jô Telex

MMN: O bicho tá pegando galera!!! Agora que caiu a Ficha?



Weder de Sá

O bicho tá pegando galera!!!
Depois de bloquear os bens de Carlos Costa, a justiça bloqueou também todos os bens do Pelé Reis. Todos os líderes que ganharam até um milhão ou mais na Telexfree, Bbom e outras empresas de MMN suspeitas de serem Pirâmides, fiquem espertos porque a justiça vai partir pra cima com tudo. A polícia está investigando de forma sigilosa vários líderes que ficaram milionários em várias empresas de MMN nos últimos anos e muitos deles poderão ter seus bens bloqueados pela justiça. Eu só espero que a justiça saiba diferenciar e separar os líderes sérios que trabalham com o legitimo MMN dos pilantras que utilizam as pirâmides para aplicar golpes. Não podemos generalizar porque nem todos os líderes que ganharam muito dinheiro com MMN foi de forma fraudulenta, muitos líderes conseguiram ganhar muito dinheiro mas foi trabalhando de forma árdua e honesta em empresas sérias e não aplicando golpes como alguns piramideiros safados que existem por aí.
Weder de Sá

A Gazeta: Relatório da Receita Federal diz que venda de VoIP na Telexfree era só fachada


A Gazeta: Relatório da Receita Federal diz que venda de VoIP na Telexfree era só fachada

Em auditoria, Fisco constatou que negócio da Telexfree era recrutar associados

Restou ao empresário Carlos Costa se apegar a apenas um argumento para tentar convencer que a Ympactus Comercial, conhecida como Telexfree, não é uma pirâmide financeira. Um relatório técnico da Receita Federal, segundo ele, comprova que 96% do faturamento da companhia vinha da venda de VoIP. No entanto, o termo de fiscalização, obtido com exclusividade por A GAZETA, desconstrói argumentos do empresário: a companhia cresceu com o recrutamento de associados.
 
Em vídeo, Carlos Costa afirma que Receita deu laudo à Telexfree



Por meses, a Telexfree foi alvo de fiscalizações. A auditoria, iniciada em 2013, terminou em fevereiro deste ano e constatou diversas irregularidades tributárias. Entre as fraudes encontradas, de acordo com o Fisco, é que a Ympactus recolheu impostos pelo Simples Nacional entre os meses de janeiro a agosto de 2012, mesmo faturando milhões acima do volume de receita permitido por esse regime tributário. 

Em pelo menos três vídeos oficiais da empresa postados no Youtube, Costa mostra papéis e diz que o Fisco emitiu um laudo aprovando as atividades da empresa. “A Receita Federal chegou ao seu veredito. E por que eu tô contente com isso? Porque, como todos sabem, a Receita foi o único órgão até hoje que examinou os nossos números... Pessoal, a Receita não encontrou nenhum tipo de irregularidade”.

Porém, o relatório diz o contrário (leia aqui o relatório na íntegra). “Tais análises não tiveram por objetivo determinar existência ou não de ilícito relativo à atividade, visto que este quesito não teria influência tributária... Não é possível confirmar sequer a existência da prestação do serviço de VoIP na escala em que atua a Ympactus no mercado brasileiro”, diz o relatório.
 
No período de fiscalização, a Telexfree apresentou pelo menos dez desculpas para não entregar os dados requeridos. “O contribuinte apresentava respostas sem qualquer fundamentação ou comprovação, que nada esclarece sobre o questionamento apresentado, inexistindo o interesse em realmente prestar informações objetivas e esclarecedoras ao Fisco. As desculpas do contribuinte para não apresentação de informações, principalmente aquelas relacionadas aos divulgadores e suas remunerações foram, em muitos casos, meramente protelatórias”, afirma.

Segundo a Receita, a Ympactus nunca emitou notas fiscais dos VoIPs. “A atividade econômica desenvolvida no país pela Ympactus é de formação de rede de divulgadores através de captação de recursos deste e sua posterior remuneração, tendo como base a contínua ampliação da base de divulgadores agregados, tendo como fachada suposta venda de pacotes VoIP, vendas estas não comprovadas”, frisa o relatório.
 
Dinheiro no exterior de forma ilegal
 
A Telexfree pode ter enviado US$ 174 milhões (quase R$ 500 mil) para as contas de sócios no exterior de forma ilegal. A informação está numa decisão desfavorável aos donos da empresa no Tribunal Regional Federal da 2º Região. Os dados pertencem ao processo criminal aberto nos Estados Unidos. Desde a Operação Orion, em julho, a Justiça Federal no ES havia permitido a troca de provas entre Brasil e EUA. Segundo a decisão no TRF2, a Telexfree alega que tudo não passou de um erro de tradução dos documentos americanos.
 
 
Telexfree diz que Fisco errou em avaliação
 
O advogado Horst Fuchs, que defende a Telexfree, disse que o relatório da Receita Federal tem “inconsistências que estão sendo objeto de recurso, pois refletem tão somente a visão do agente fiscal e não a cristalina verdade”.
 
Veja nota da empresa
 
"Ainda que fosse permitido o acesso ao citado relatório (apenas para fins de argumentação), este possui inconsistências que estão sendo objeto de recurso, pois refleteem tão somente a visão do Agente Fiscal e não a cristalina verdade, pois:
a) a Ympactus apresentou toda a documentação, segundo solicitado pelo órgão fiscalizador (Receita Federal) incluindo a inteira contabilidade, tanto que esta foi considerada válida e utilizada para apurar as atividades;
b) sobre a imputação de fachada de vendas VOIP: absurda alegação já que a própria Receita Federal informou em relatório sobre as atividades do ano anterior (2012) que 96% das receitas procediam de vendas de contas VOIP e, ainda mais, se as vendas de VOIP fossem apenas de fachada, como a ANATEL, em processo administrativo, lavrou auto de infração em 2013, alegando que houve atividade SCM (venda de contas VoIP) sem autorização?"

Fonte: A Gazeta

TelexFREE: relatório da Receita Federal sobre a Telexfree/Ympactus


Veja agora o relatório da Receita Federal sobre a Telexfree/Ympactus
Fonte: Joaldro
Resumo:
A pessoa jurídica Ympactus Comercial estava cadastrada para exercer atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral, exceto imobiliários, bem como provedor de conteúdo e outros serviços de informação na internet.
A Ympactus/Telexfree não emitia nota fiscal de venda dos voips no atacado aos ‘divulgadores’.
Desde o início a ympactus não atendeu os termos da intimação, solicitando prazos adicionais para apresentação de documentos que deveriam ter apresentação imediata e para prestação de informações objetivas que não requeriam qualquer elaboração de demonstrativos ou levantamentos em arquivos, etc.
Em outros casos a Ympactus, embora atendendo os prazos, apresentava respostas sem qualquer fundamentação ou comprovação, que nada esclareciam sobre os questionamentos apresentados, inexistindo o interesse em realmente prestar informações objetivas e esclarecedoras ao fisco.
As desculpas da Ympactus para não apresentação de informações, principalmente aquelas referentes aos divulgadores e suas remunerações, foram, em muitos casos, meramente protelatórias conforme exemplos abaixo:
em 28 de agosto de 2013, a ympactus solicitou prazo de apresentar demonstrativo de apuração de lucro presumido.
em 25 de setembro de 2013 nova intimação para apresentar documentos que faltaram.
em 8 de outubro de 2013 novamente nova intimação pede itens não atendidos anteriormente.
A Ympactus foi intimada a mostrar o quanto pagou a Carlos Costa. Em resposta informou que foram 1,5 milhão de reais. Mas na contabilidade há lançamentos que indicam mais de 6 milhões de reais.
Em 15 de outubro solicitou mais 60 dias para atender intimação de 8 de outubro que novamente pedia os CPFs (cadastro pessoal, todo o brasileiro tem 1). Essa informação nunca foi atendida, embora o banco tenha informado através do termo de declarações do gerente da conta, que o contribuinte obrigatoriamente dispõe de todos os dados para realizar movimentações bancárias, ou seja, conhece todos os CPFs de todos os divulgadores.
A Ympactus foi intimada a explicar divergências entre a contabilidade e os extratos bancários relacionados à pagamentos dos sócios Carlos Wanzeler e Lyvia Wanzeler ao divulgador Pelé. Protelaram, protelaram e não esclareceram.
Também foi intimada e não esclareceu as divergências entre extratos bancários e contabilidade. Não conseguiram explicar.
Foi tentado o depoimento de Carlos Wanzeler e de Lyvia Wanzeler, no entanto, sob alegação de que ambos viviam nos EUA, não compareceram. Já Carlos Costa, o contador Gilberto Batista e o gerente da conta do banco do brasil, da Ympactus foram ouvidos. As respostas de Carlos Costa foram sempre evasivas.
contatou-se que entre janeiro e dezembro de 2012 existiam em torno de 65 mil contas cadastradas, sendo que aproximadamente 12 mil ganharam dinheiro e as demais ainda eram deficitárias.
Em depoimento, Carlos Costa disse que em junho de 2013 existiam aproximadamente 1 milhão de divulgadores. Considerando que cada um compra de 10 à 50 portas VOIP, teríamos acima de 10 milhões de portas Voip disponíveis. Duas questões mostram-se relevantes diante disto:
No Brasil sao aproximadamente 250 milhoes de linhas telefonicas em meados de 2013, controladas por diversas empresas de telefonia. Em tése a Telexfree seria uma das grandes do mercado de telefonia do país, no entanto, não há reconhecimento por parte do mercado, pois não há nenhuma evidência de sua utilização em larga escala.
- Dados levantados demonstram que nessa mesma data o numero de usuários skype no Brasil seria de 18 milhoes. É relevante assinalar que o skype é gratuito e que o valor da mensalidade do voip seria elevado se comparado aos planos de telefonia disponíveis no Brasil.
Ou seja, não há evidências que a prestação do serviço Voip seria o negócio final da Telexfree. Os indícios caminham no sentido oposto: o crescimento da rede de divulgadores, e a remuneração gerada por este crescimento é o que seria o negócio final, independente da existência ou nao do produto/serviço VOIP.
A atividade econômica desenvolvida no país pela Ympactus é de formação de rede de divulgadores através da captação de recursos destes e sua posteiror remuneração, tendo como base a contínua ampliação da base de divulgadores agregados tendo como fachada a suposta venda de pacotes VOIP, vendas estas não comprovadas.
As perguntas feitas à Ympactus não foram respondidas de forma exata, ou matemática, de maneira que não foi possível confirmar a sustentabilidade do negócio tendo por base a venda de linhas VOIP como alegado.
No modelo informado pela Ympactus o fornecimento do serviço VOIP seria proveniente do exterior, porém os pagamentos eram feitos em moeda brasileira à Ympactus. É sabido que tanto a importação de serviços, como a remessa de divisas teriam que ser tributados. Mas isso não acontecia. A ANATEL informa que em 2012 a Ympactus não tinha autorização para comercializar VOIP no Brasil.
No contrato entre a Telexfree e Ympactus fica muito claro que apenas o dinheiro da venda dos VOIPS deveria ser repassado à Telexfree. Em nenhuma cláusula diz que a receita da adesão de divulgadores deve ser repassada para a TELEXFREE.
Em 2012 a Ympactus declarou que recebeu de comissões perto de 27 milhoes de reais. Já a movimentação de dinheiro no esquema neste ano foi de 293 milhoes de reais. O Sr Carlos Costa alega que declarou renda da Ympactus de 27 milhões, que foi o que recebeu de comissão da Telexfree, e que o restante pertencia à Telexfree.
Mas com base no contrato apresentado entre Telexfree e Ympactus, fica claro que a receita vinda das adesões pertencem à Ympactus, e deveria ter sido declarada e tributada.
Carlos Costa afirma que o Hotel no Rio de Janeiro é da Ympactus e mostrou escritura comprovando. Questionado de como pagou, disse que foi com dinheiro da Telexfree e apresentou Contrato de Mútuo, firmado entre Ympactus e Telexfree. Resumindo Ympactus declarou ter tido uma receita que não permitiria uma compra de 12 milhões de reais e ainda pagar os divulgadores, sendo que esta era uma obrigação da Ympactus e não da Telexfree. Carlos Costa afirma que a obrigação de pagar os divulgadores era da Telexfree, apesar de não conseguir comprovar, pois no contrato entre ambas fica claro que essas despesas seriam da Ympactus. Ele tentou explicar o inexplicável. Ficou claro que não havia distinção entre as empresas e movimentações financeiras. Era tudo uma coisa só.
Chama a atenção também que quem assina o contrato. Pela Telexfree assina seu presidente Carlos Wanzeler, que é sócio da Ympactus e pela Ympactus assina Carlos Costa que é sócio da Telexfree (na época).
Intimado Carlos Costa não teve êxito em comprovar suas alegações.
Durante a fiscalização o contribuinte esquivava-se em informar dados referentes aos beneficiários, esquivava-se também a apresentar informações relativas aos pagamentos efetuados aos sócios. Os extratos bancários foram apresentados de forma confusa, e não permitiam elucidar as questões apresentadas pelo fiscalizador. Foi então solicitados os extratos junto aos bancos iTAÚ e Banco do Brasil. Só aí foram localizados perto de 52 milhões de reais de entradas não contabilizadas. Ympactus foi intimada duas vezes a explicar origem destes valores, porém, não atendeu às intimações no prazo solicitado.
Resumão do resumo
Ano base 2012
faturamento da Ympactus = 27 milhões
faturamento da Telexfree = 231 milhões
total = 257,771,802.36 (quase 260 milhões de reais)
Ficou claro que não dá pra separar Telexfree da Ympactus = É tudo uma coisa só.
Isso tudo se for aplicado o modelo proposto pela Ympactus… baseando-se no que eles responderam, apresentaram e no que foi levantado e confrontado pela fiscalização.
Também conforme contrato apresentado pela Ympactus com a Telexfree tem uma cláusula que fala das remessas mensais da representante brasileira à matriz nos Estados Unidos.
A fiscalização pediu informações sobre essas remessas mensais que constam no contrato.
Inicialmente a Ympactus não atendeu à intimação e depois informou que não existiram remessas para a Telexfree americana porque a empresa tinha interesse de investir no Brasil e assim deixou os recursos no Brasil.
Tal argumentação não procede e contraria as relações comerciais, pois se alega que a empresa americana presta serviços de Voip, possui despesas e como poderia abrir mão de tais recursos?
Cabe lembrar que no ano de 2012 não se tem notícia de representativa atuação da Telexfree fora do Brasil e conforme a contabilidade havia saldo de mais de 100 milhões de reais que a Telexfree manteria no Brasil. Ou seja, ela estaria abrindo mão de praticamente toda sua receita do ano de 2012, se fossem verdade suas alegações.
Não existem notas fiscais por parte da ympactus para seus clientes…
elas deveriam existir… pois se ela vende alguma coisa, tem que obrigatoriamente documentar isso por meio de recibo, no caso nota fiscal.
A Ympactus nunca mandou legalmente dinheiro para fora do país, ou seja, nunca pagou a conta para a matriz dos Estados Unidos.
Apesar da Ympactus afirmar que o negócio é venda voip o que se conclui da fiscalização é que o negócio “é a rede de divulgadores, os recebimentos destes e sua remuneração.”
Tais entidades se confundem, atuando a Ympactus sob o nome fantasia de Telexfree INC como se Telexfree Inc fosse.
Na verdade o que se vê é que a Ympactus e Telexfree têm mesma origem e uma existe em função da outra. Há utilização de recursos contábeis de uma pela outra. Inexiste o que se chama de ‘relação comercial’ entre elas: pagamentos, remessas, notas fiscais,etc.
Os indícios e fatos caminham no sentido que permitem concluir que toda a receita que transitou pelas contas da Ympactus no ano de 2012 é receita da Ympactus e refere-se às atividades da empresa no Brasil relacionadas ao recebimento de valores na formação de rede de divulgadores sob atividade de fachada relacionada a vendas VOIP. Estas receitas foram recebidas em moeda brasileira, inexistindo qualquer expectativa ou comprovação de que estas fosse remetidas à Telexfree nos EUA.
Portanto os 293 milhões de 2012 de recursos ficam sujeitos à tributação pela alíquota de 32% na sistemática de apuração do lucro presumido.
movimentações dos bancos Itaú e Banco do Brasil